O maior centro de competências de Public Relations

150 consultores, gestores e técnicos, a referência do mercado português da Comunicação

A LPM fundou, em Portugal, a categoria de Conselho em Comunicação. As suas atividades têm-se desenvolvido, desde 1986, sempre na liderança do mercado - fruto da inspiração de clientes sofisticados e exigentes. Para novos problemas criaram-se soluções inovadoras, descobriram-se canais, inventaram-se metodologias. O âmbito de intervenção foi sendo alargado a todas as disciplinas das Public Relations, num movimento que produziu escala e dimensão e atraíu os melhores quadros da nossa indústria. Venha conhecer THE HOUSE OF PR.

Aceleradores de Tendências

Próximos dos Clientes

Na nossa atividade, a dimensão é uma virtude. Trabalhamos diariamente e de forma continuada com quase duas centenas de projetos em valências como Conselho em Comunicação, Assessoria Mediática, Online Reputation Management, Comunicação de Crise, Storyselling, Conteúdos Vídeo, Comunicação Médica, Desenvolvimento Web, Shopper Marketing e Edições. A dimensão das nossas equipas permite-nos acumular e partilhar conhecimento. A circunstância de acompanharmos número tão elevado de clientes não nos impede de acompanhar cada um deles com a máxima atenção em resultado da metodologia que utilizamos, com equipas focadas, motivadas e disponíveis. Áreas onde a LPM mais se tem destacado no tempo recente:

30 Anos 30 Histórias

  • A carrinha do leite

    Em pleno agosto, acompanhei um projeto de um cliente e as idas à vila de Sintra tornaram-se uma constante. Um dia uma das reportagens foi agendada da manhã para a tarde, e eu lá consegui organizar-me e levar o único carro disponível para ir num “instantinho” a Sintra. As minhas colegas “de ilha” brincaram comigo, a dizer que eu ia na apelidada “Carrinha do Leite”. Eu, sem saber o que isso era, lá fui até à garagem. Peguei na carrinha branca e lá fui feliz da vida. O pior começa quando chego a Sintra e percebo que lugares de estacionamento para esta carrinha são inexistentes, mas depois de muito suor e lágrimas lá a estacionei (não muito bem!). Quando a reportagem acabou apercebi-me de um certo alvoroço na zona e percebi que o BUS turístico não conseguia passar… E de quem era a culpa? Pois…”Minha” e da “Carrinha do Leite”. Levei uma reprimenda do Sr. Agente de Autoridade. Depois de toda a azáfama cheguei à LPM e jurei para mim mesma: Carrinha do Leite, nunca mais!

  • Eu nem queria sair do Brasil

    Para acompanhar a ação de um cliente no Brasil tive de fazer uma viagem relâmpago: embarcar numa segunda-feira de manhã e regressar numa quarta-feira ao final do dia, passando por duas cidades brasileiras. Entre (muitas) outras peripécias, estive quase para não embarcar de regresso para Lisboa porque o voo estava overbooked. Depois de muito esperar, lá me deram, literalmente, o último lugar do avião (o ideal para quem tem fobia de voar porque é onde se sente mais trepidação)! Depois de já estar na sala de espera com centenas de pessoas, fui inquirida por um elemento da Polícia Federal brasileira e ainda fui encaminhada para um recanto do aeroporto para ser revistada, justificando-se sempre que era o procedimento normal, sendo que das 250 pessoas que embarcaram no avião, eu fui a única com este tipo de procedimento…

  • A menina barbie está atrasada

    Exposição no Museu do Brinquedo, em Sintra, de bonecas Barbie vestidas por estilistas portugueses. O nosso cliente era a Mattel Portugal. Lançado o desafio aos estilistas, Ana Salazar, Anabela Baldaque, Augustus, Fátima Lopes, Katty Xiomara, José António Tenente, Nuno Gama, João Rolo, era necessário ir recolher as bonecas. Certo dia, lá vou eu até ao atelier do José António Tenente, no Bairro Alto, para ir buscar a boneca com o seu modelito. Assim que entro e me identifico, um dos assistentes do Tenente diz-me - “A menina Barbie está muito atrasada. Ainda está na Lúcia Piloto a terminar o penteado. Vai ter de esperar.”

  • O carro do boss pifou

    Em 1997, fui a uma reunião na Figueira da Foz com o Luís Paixão Martins, depois de tudo ouvido e após um belo almoço regressámos a Lisboa. Tudo corria bem, apanhámos a A1 em Leiria e contávamos estar em Lisboa, Areeiro, onde era a LPM, cedo; mas de repente o Mercedes começa a falhar e acaba por parar. Lá veio um reboque que nos levou até Porto de Mós onde o carro ficaria em reparação e nós acabámos por chegar a Lisboa pelas 22h00. O carro seria reparado mas pouco tempo depois foi substituído por um outro…