O maior centro de competências de Public Relations

150 consultores, gestores e técnicos, a referência do mercado português da Comunicação

A LPM fundou, em Portugal, a categoria de Conselho em Comunicação. As suas atividades têm-se desenvolvido, desde 1986, sempre na liderança do mercado - fruto da inspiração de clientes sofisticados e exigentes. Para novos problemas criaram-se soluções inovadoras, descobriram-se canais, inventaram-se metodologias. O âmbito de intervenção foi sendo alargado a todas as disciplinas das Public Relations, num movimento que produziu escala e dimensão e atraíu os melhores quadros da nossa indústria. Venha conhecer THE HOUSE OF PR.

Aceleradores de Tendências

Próximos dos Clientes

Na nossa atividade, a dimensão é uma virtude. Trabalhamos diariamente e de forma continuada com quase duas centenas de projetos em valências como Conselho em Comunicação, Assessoria Mediática, Online Reputation Management, Comunicação de Crise, Storyselling, Conteúdos Vídeo, Comunicação Médica, Desenvolvimento Web, Shopper Marketing e Edições. A dimensão das nossas equipas permite-nos acumular e partilhar conhecimento. A circunstância de acompanharmos número tão elevado de clientes não nos impede de acompanhar cada um deles com a máxima atenção em resultado da metodologia que utilizamos, com equipas focadas, motivadas e disponíveis. Áreas onde a LPM mais se tem destacado no tempo recente:

30 Anos 30 Histórias

  • Ir a uma reunião com o boss

    Nos meus primeiros três dias na LPM fui logo presenteada com uma apresentação a um cliente, com o Luís Paixão Martins. Reforço: com o Luís Paixão Martins. A bitola não podia estar mais alta. Como iria correr? Não nos conhecíamos. Não fazia a mínima ideia de como era o Luís Paixão Martins nas reuniões, pois era a primeira vez que iriamos estar juntos. Iríamos estar em sintonia? Iria correr bem? Resultado: Não podia ter corrido melhor. Sem termos falado antes, fizemos a apresentação em conjunto, como se trabalhássemos há anos. Nos timings certos, ora falava um, ora falava o outro. O cliente adorou a proposta e eu saí da reunião com menos 100kg nas costas e um orgulho imenso por fazer parte da equipa LPM.

  • De quem aqui encontrei

    Podia contar a história do dia em que ORM se tornou uma especialidade na LPM. Também podia contar a história de quando me pediram para ir viver para Angola, e eu fui, e morri de calor todos os dias. Ou como me senti tão feliz ao ajudar a organizar a primeira sessão pública do NewsMuseum na ESCS, a escola onde eu sonhava ser RP na maior consultora de comunicação do país, com os clientes mais grandiosos e sofisticados… Mas a história que sobressai no meu pensamento é outra. É a da Isabel, da Catarina e do Tavares. Da Patrícia, do Gonçalo, e do Luís. Do Alberto, da Ana Maria e do Rio. É das pessoas com quem aqui trabalho desde sempre, que são incansáveis e dedicadas, que são íntegras e modestas, mesmo tendo nas mãos os projetos mais complexos de Public Relations em Portugal, e como elas influenciaram e influenciam a minha vida de forma tão marcante.

  • Queijo

    17 de janeiro de 2012, IV congresso da APED. Eu fazia parta da equipa de produção destacada para acompanhar o evento. E o que de melhor pode acontecer a uma pessoa que não gosta de queijo, e não suporta o cheiro de queijo, do que estar a trabalhar noite dentro, numa sala do Museu do Oriente, que está cheia de queijos? A isso chama-se espírito de equipa e amor à camisola!

  • Eu nem queria sair do Brasil

    Para acompanhar a ação de um cliente no Brasil tive de fazer uma viagem relâmpago: embarcar numa segunda-feira de manhã e regressar numa quarta-feira ao final do dia, passando por duas cidades brasileiras. Entre (muitas) outras peripécias, estive quase para não embarcar de regresso para Lisboa porque o voo estava overbooked. Depois de muito esperar, lá me deram, literalmente, o último lugar do avião (o ideal para quem tem fobia de voar porque é onde se sente mais trepidação)! Depois de já estar na sala de espera com centenas de pessoas, fui inquirida por um elemento da Polícia Federal brasileira e ainda fui encaminhada para um recanto do aeroporto para ser revistada, justificando-se sempre que era o procedimento normal, sendo que das 250 pessoas que embarcaram no avião, eu fui a única com este tipo de procedimento…