O maior centro de competências de Public Relations

150 consultores, gestores e técnicos, a referência do mercado português da Comunicação

A LPM fundou, em Portugal, a categoria de Conselho em Comunicação. As suas atividades têm-se desenvolvido, desde 1986, sempre na liderança do mercado - fruto da inspiração de clientes sofisticados e exigentes. Para novos problemas criaram-se soluções inovadoras, descobriram-se canais, inventaram-se metodologias. O âmbito de intervenção foi sendo alargado a todas as disciplinas das Public Relations, num movimento que produziu escala e dimensão e atraíu os melhores quadros da nossa indústria. Venha conhecer THE HOUSE OF PR.

Aceleradores de Tendências

Próximos dos Clientes

Na nossa atividade, a dimensão é uma virtude. Trabalhamos diariamente e de forma continuada com quase duas centenas de projetos em valências como Conselho em Comunicação, Assessoria Mediática, Online Reputation Management, Comunicação de Crise, Storyselling, Conteúdos Vídeo, Comunicação Médica, Desenvolvimento Web, Shopper Marketing e Edições. A dimensão das nossas equipas permite-nos acumular e partilhar conhecimento. A circunstância de acompanharmos número tão elevado de clientes não nos impede de acompanhar cada um deles com a máxima atenção em resultado da metodologia que utilizamos, com equipas focadas, motivadas e disponíveis. Áreas onde a LPM mais se tem destacado no tempo recente:

30 Anos 30 Histórias

  • O carro do boss pifou

    Em 1997, fui a uma reunião na Figueira da Foz com o Luís Paixão Martins, depois de tudo ouvido e após um belo almoço regressámos a Lisboa. Tudo corria bem, apanhámos a A1 em Leiria e contávamos estar em Lisboa, Areeiro, onde era a LPM, cedo; mas de repente o Mercedes começa a falhar e acaba por parar. Lá veio um reboque que nos levou até Porto de Mós onde o carro ficaria em reparação e nós acabámos por chegar a Lisboa pelas 22h00. O carro seria reparado mas pouco tempo depois foi substituído por um outro…

  • Males que vêm por bem

    Certo dia recebi uma chamada: "Precisamos da tua ajuda! Podes ir à Alemanha acompanhar dois jornalistas a um evento de música eletrónica patrocinado por um cliente da LPM?"
    Como negar um desafio destes?
    5h30 da manhã e lá estava eu, no aeroporto de Lisboa, à espera dos jornalistas. Partimos rumo a Londres, onde iríamos apanhar um voo privado, com direito a DJ, paragem rápida em Hamburgo e com Frankfurt como destino final. Correu tudo sobre rodas durante os 3 dias que ficámos na Alemanha, tudo a um ritmo bem intenso mas, também, bem divertido.
    A verdadeira história começa na viagem de regresso: o plano era apanhar um voo até Londres – como as reservas tinham sido feitas em separado, teríamos que apanhar as bagagens, correr para outro terminal e apanhar outro voo em direção a Lisboa. Tudo em menos de 2 horas! Pois que o primeiro voo sofre um atraso de 40 minutos. Um grupo de 7 pessoas corre velozmente pelo aeroporto de Heathrow na esperança (vã) de conseguir apanhar o voo. Resultado: um nariz na porta e uma noite em Londres! Uma correria que acabou por correr bem, pois passámos uma bela noite num belo hotel e com um grupo bem divertido.

  • Uma aventura no Panamá

    Quando eu e a Carla Bulhões fomos ao Panamá, em 2014, tivemos de realizar um voo interno até Bocas del Toro. A viagem, de cerca de hora e meia, num pequeno avião, cheio de gente, deixou a Carla Bulhões cheia de picadas dos ácaros. Quando o avião aterrou, apressámo-nos a querer sair, virámo-nos uma para a outra e dissemos “desta já nos safámos!”. Quando íamos a descer as escadas e já quase a pôr o pé em terra, a hospedeira perguntou-nos onde íamos: “Para Bocas del Toro”, respondemos. Rapidamente percebemos que ainda faltavam mais duas paragens! Estávamos numa terra perto da Costa Rica e o avião ainda ia fazer mais duas escalas até chegarmos ao destino que queríamos. Não só era parecido com um autocarro como funcionava como um! Com a diferença de que ninguém nos tinha dito que o voo não era direto, e por pouco não ficávamos em terra de ninguém.

  • Queijo

    17 de janeiro de 2012, IV congresso da APED. Eu fazia parta da equipa de produção destacada para acompanhar o evento. E o que de melhor pode acontecer a uma pessoa que não gosta de queijo, e não suporta o cheiro de queijo, do que estar a trabalhar noite dentro, numa sala do Museu do Oriente, que está cheia de queijos? A isso chama-se espírito de equipa e amor à camisola!