O maior centro de competências de Public Relations

150 consultores, gestores e técnicos, a referência do mercado português da Comunicação

A LPM fundou, em Portugal, a categoria de Conselho em Comunicação. As suas atividades têm-se desenvolvido, desde 1986, sempre na liderança do mercado - fruto da inspiração de clientes sofisticados e exigentes. Para novos problemas criaram-se soluções inovadoras, descobriram-se canais, inventaram-se metodologias. O âmbito de intervenção foi sendo alargado a todas as disciplinas das Public Relations, num movimento que produziu escala e dimensão e atraíu os melhores quadros da nossa indústria. Venha conhecer THE HOUSE OF PR.

Aceleradores de Tendências

Próximos dos Clientes

Na nossa atividade, a dimensão é uma virtude. Trabalhamos diariamente e de forma continuada com quase duas centenas de projetos em valências como Conselho em Comunicação, Assessoria Mediática, Online Reputation Management, Comunicação de Crise, Storyselling, Conteúdos Vídeo, Comunicação Médica, Desenvolvimento Web, Shopper Marketing e Edições. A dimensão das nossas equipas permite-nos acumular e partilhar conhecimento. A circunstância de acompanharmos número tão elevado de clientes não nos impede de acompanhar cada um deles com a máxima atenção em resultado da metodologia que utilizamos, com equipas focadas, motivadas e disponíveis. Áreas onde a LPM mais se tem destacado no tempo recente:

30 Anos 30 Histórias

  • Uma enferma

    Tive um momento bastante insólito no decorrer do meu percurso na LPM. Aconteceu numa altura em que tinha reuniões com um cliente cujo ar condicionado da sala me fazia espirrar frequentemente. Ao fim da 5.ª reunião, o cliente disse-me que eu estava sempre doente (raramente estou). Na semana seguinte apareci com o braço ao peito.

  • Há crioulo no Google translate?

    Um dos projetos mais interessantes em que estive envolvido na LPM terá sido, certamente, aquele que me coloca na equipa de trabalho para uma candidatura na Campanha à Presidência da República de Cabo Verde em 2006.

    O meu papel restringia-se mais à produção de conteúdos para a campanha. Retirava um gozo especial da elaboração dos guiões para os tempos de antena.

    Estava bem documentado e cabia-me replicar os vários temas, definidos como prioritários pela entourage da candidatura com base na pesquisa disponível.

    Parte do produto final era apresentado em crioulo. Ora, eu não percebia, nem percebo, nada de crioulo.

    Também não podia contar com as ferramentas online que hoje nos auxiliam em alguma tradução mais complicada.

    O Google Translator (ainda) não assume a língua crioula de Cabo Verde. E foi assim que nunca compreendi inteiramente se aquilo que tinha escrito nos guiões dos tempos de antena foi, efetivamente, dito.

  • O cliente tem sempre razão

    Evento de hipismo com as maiores socialites mundiais resguardadas na zona VIP. Indicações do cliente: “Jornalistas bem longe desta área”! Jornalistas: “Epá, ou vamos lá ou não estamos aqui a fazer nada!”. Tu insistes: “Sr. Presidente, não podemos mesmo considerar a entrada dos jornalistas por breves minutos? A resposta é clara: “Não!”. Arriscas a pele e entras com os jornalistas na zona interdita. Resultado: mancha mediática brutal e... cliente satisfeito! 

  • Eu nem queria sair do Brasil

    Para acompanhar a ação de um cliente no Brasil tive de fazer uma viagem relâmpago: embarcar numa segunda-feira de manhã e regressar numa quarta-feira ao final do dia, passando por duas cidades brasileiras. Entre (muitas) outras peripécias, estive quase para não embarcar de regresso para Lisboa porque o voo estava overbooked. Depois de muito esperar, lá me deram, literalmente, o último lugar do avião (o ideal para quem tem fobia de voar porque é onde se sente mais trepidação)! Depois de já estar na sala de espera com centenas de pessoas, fui inquirida por um elemento da Polícia Federal brasileira e ainda fui encaminhada para um recanto do aeroporto para ser revistada, justificando-se sempre que era o procedimento normal, sendo que das 250 pessoas que embarcaram no avião, eu fui a única com este tipo de procedimento…