O maior centro de competências de Public Relations

150 consultores, gestores e técnicos, a referência do mercado português da Comunicação

A LPM fundou, em Portugal, a categoria de Conselho em Comunicação. As suas atividades têm-se desenvolvido, desde 1986, sempre na liderança do mercado - fruto da inspiração de clientes sofisticados e exigentes. Para novos problemas criaram-se soluções inovadoras, descobriram-se canais, inventaram-se metodologias. O âmbito de intervenção foi sendo alargado a todas as disciplinas das Public Relations, num movimento que produziu escala e dimensão e atraíu os melhores quadros da nossa indústria. Venha conhecer THE HOUSE OF PR.

Aceleradores de Tendências

Próximos dos Clientes

Na nossa atividade, a dimensão é uma virtude. Trabalhamos diariamente e de forma continuada com quase duas centenas de projetos em valências como Conselho em Comunicação, Assessoria Mediática, Online Reputation Management, Comunicação de Crise, Storyselling, Conteúdos Vídeo, Comunicação Médica, Desenvolvimento Web, Shopper Marketing e Edições. A dimensão das nossas equipas permite-nos acumular e partilhar conhecimento. A circunstância de acompanharmos número tão elevado de clientes não nos impede de acompanhar cada um deles com a máxima atenção em resultado da metodologia que utilizamos, com equipas focadas, motivadas e disponíveis. Áreas onde a LPM mais se tem destacado no tempo recente:

30 Anos 30 Histórias

  • Em pulgas para te conhecer

    Começou por ser uma proposta para uma coleira anti-pulgas. Mas como não podemos comunicar produto, a proposta não podia ser para uma coleira anti-pulgas. Tínhamos cães e gatos como gancho. Tínhamos as férias de verão à porta. Tínhamos números assustadores de animais abandonados. Apostámos numa campanha de adoção. Apostamos em sete associações de proteção animal e fomos à procura de dono. “Em pulgas para te conhecer”. Este foi o mote de uma ação que começou sem megafones, mas que foi ganhando expressão. Levámos sacos a todo o lado. Andámos de mão dada com uma bloguer que se “esgatanhou” para cativar seguidores a adotar. Levámos veterinários à televisão. Levámos a televisão aos canis.

    No final da campanha sabíamos que tínhamos salvo alguns destes bichos. Só não tínhamos consciência de que foram mais de 200 a conseguir um lar e um final feliz.

  • O batizado do príncipe

    Um dos projetos em que mais gostei de participar foi o batizado de S.A.R., o Príncipe da Beira, Dom Afonso de Santa Maria. Aconteceu no dia 1 de Junho de 1996, em Braga, tinha eu os meus 30 e poucos anos. Não sei explicar o porquê, mas julgo que todo o peso histórico do apelido de família, o facto de dar início a uma nova geração de infantes da Casa de Bragança, ou porque gosto de contos sobre a realeza, posso dizer que foi um dos trabalhos que destaco destes meus 26 anos na LPM…

    Desde a promoção e acompanhamento de entrevistas, sessões fotográficas, acreditação de jornalistas nacionais e internacionais, organização do gabinete de imprensa e acompanhamento da cerimónia, este foi um período que vivi intensamente e que me deixou com a sensação de missão cumprida!

  • Ir a uma reunião com o boss

    Nos meus primeiros três dias na LPM fui logo presenteada com uma apresentação a um cliente, com o Luís Paixão Martins. Reforço: com o Luís Paixão Martins. A bitola não podia estar mais alta. Como iria correr? Não nos conhecíamos. Não fazia a mínima ideia de como era o Luís Paixão Martins nas reuniões, pois era a primeira vez que iriamos estar juntos. Iríamos estar em sintonia? Iria correr bem? Resultado: Não podia ter corrido melhor. Sem termos falado antes, fizemos a apresentação em conjunto, como se trabalhássemos há anos. Nos timings certos, ora falava um, ora falava o outro. O cliente adorou a proposta e eu saí da reunião com menos 100kg nas costas e um orgulho imenso por fazer parte da equipa LPM.

  • Qual é a bebida?

    Não me esqueço dos três dias que fui trabalhar num restaurante McDonald’s, porque a marca assim o exige para todas as pessoas que trabalham com eles. O objetivo é trabalharmos no restaurante, passarmos por todos os postos, desde o grelhador até às batatas, somos tratados como qualquer funcionário nos seus primeiros dias, e os meus novos colegas pensavam mesmo que eu ia ficar ali no restaurante. Fui destacada para o McDonald’s BP Padre Cruz. Como não tenho carro, fui os três dias de táxi para o restaurante e, mais tarde, apercebi-me de que já era conhecida no restaurante como “a menina do táxi”. Passei a maior parte do tempo na zona das batatas. Nas horas de ponta os meus colegas estavam sempre a dizer-me que tinha de ser mais rápida mas alguns ainda me diziam que nos primeiros dias era normal e que podia vir a melhorar. Eles não sabiam mesmo que estava ali de passagem…